Mostrando postagens com marcador desejo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador desejo. Mostrar todas as postagens
LUTO
25 de fev. de 2012
Era o acorde perfeito... a sintonia cadenciada pelo pulsar dos corações. Mesmo compasso em peitos diferentes. Alterando a dinâmica de acordo com a dança do desejo. Eram lábios ora famintos, ora suaves mordiscando-se em sabores doces.
Eram membros suados....eram braços e pernas e cabelos grudados. Eram olhos que se sorriam, que se buscavam, era o choro que se mesclava ao gemido e era seguido de um sorriso.
Eram frontes molhadas que se encostavam, eram peitos nus que se colavam em colapso e amansavam juntos silenciando em lábios grudados.
Eram dedos escorregando por cordas vivas...
Era mais de mim, era mais de nós...
Era sonho, era realidade, era expectativa, era intensidade, era gelo ou fogo, era denso... e jaz.
Foi... morreu...
Não é saudade, é luto...
Sim, é porque morreu que choro...
Apenas dizer...
4 de dez. de 2011
Algumas pessoas tem vontade de gritar pro mundo inteiro ouvir. Colocar faixas com letras enormes, pendurar cartazes, gravar vídeos, fazer músicas. Armar um grande circo, um escândalo em nome do romantismo. Com megafones e microfones em punho, proclamar ao vento e publicamente aquilo que lhes transborda.Outras ainda o fazem sem intenção, com um barulho imenso, de braços abertos e peito ofegante, arfando e em voz alta para qualquer passante.
Eu? Eu não.... eu queria apenas segurar teu rosto, olhar bem dentro dos teus olhos e dizer.... baixinho, só pra você, com música ou sem, apenas dizer...
Marcadores:
Como eu ia dizendo....,
Cupido,
desejo,
mal traçadas...,
poesia
Entender... é preciso?
3 de out. de 2011
![]() |
| Imagem Google |
Entender de anatomia, é preciso?
Decorar a geografia, sentir os relevos
Na ciência do tato suavizar teus pelos
Degustar o agridoce em paladar refinado.
Entender de poesia, é preciso?
Sussurrar atos desconexos
Cometer pecados linguísticos
Descabelar teus versos
Entender de boemia, é preciso?
Vagar ausente em cada sonho quente
Nas ladeiras íngremes do teu baixo ventre
Repousar aflita no calor latente.
Escrito em janeiro de 2011. Quando eu ainda queria entender...
Assinar:
Postagens (Atom)



